Re-conhecer a sua verdadeira essência, seus valores e seu propósito de vida são os primeiros passos em direção à você mesmo.
Olhar para dentro de si, como um cientista trabalhando num laboratório.
O pesquisador conhece as substâncias químicas, reações, usos e comportamentos diante do ambiente, temperatura, pressão e tempo.
O mesmo acontece em relação ao laboratório interno.
Quando você assume o papel de cientista de si mesmo, pesquisando as crenças limitantes, os sabotadores internos, as crenças desafiadoras, através do uso de “microscópios” adequados, a surpresa aparece.
Reações de espanto, alegria, insegurança, coragem, medo, determinação e tantos outros sentimentos e sensações ficam à mostra.
Diante deste cenário a pergunta, inevitável, vem à tona: E agora? O que faço com isto tudo?
Você pode fazer as escolhas que desejar. Continuar onde está. Fazendo tudo da mesma forma e obtendo os mesmos resultados. Entrar no caminho verdadeiro de autoconhecimento, às vezes, ingrime, suave, solidário e solitário.
O sentimento de “luto” pode mostrar-se e com ele vem a dor interna, não localizada, embora vivida.
Então, o desafio, deixar morrer o que não serve mais, o que não te representa mais, pode ser libertador.
Se a morte para o velho for a sua escolha, novos olhares, cuidados e atenção serão necessários.
Sua sobrevivência pedirá uma reinvenção de si mesmo, nova forma de Ser, Estar e Viver no mundo.
Proatividade, Confiança, Discernimento e Determinação pedem guarida.
O autossustento virá do autorrespeito, e só se respeita aquele que se conhece.
A prática diária, constante e prazeirosa da meditação é o principal recurso, escolhido por mim, para seguir em frente.
Quando ancoro o novo Eu à Fonte da Verdade Suprema, Deus, vivo a experiência de que posso Ser Mais, honesta, verdadeira e autentica comigo, com as pessoas e com a vida.

Anna Maria de Oliveira

Owner e Desenvolvedora de Projetos

Confluência Projetando Saberes

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