Segundo a lei de atração, os semelhantes são imãs que se atraem e criam realidades à partir do que há de mais elevado ou do medo e das exigências estreitas do ego.

Provocamos, coletivamente, uma crise planetária e não podemos continuar assim por muito tempo.

Vivemos uma época de escolhas profundas.

As coisas não acontecem gratuitamente, nascem graças à vontade consciente ou inconsciente das pessoas.

As trilhões de células que formam a nossa biosfera individual estão num ritmo constante de movimento. Nada é estático.

Vivemos em um rio cósmico de energia que flui.

Essa energia foi identificada e recebeu diversos nomes: Chi, em chinês, Ki , em japonês, Prana, em sânscrito, Rauch, em hebraico e Maná, em polinésio, estes são alguns exemplos.

O rio de energia pode ser aproveitado para dar vida a qualquer coisa, em  qualquer frequência.

Vejamos este exemplo: quando retiramos a vontade de qualquer coisa, essa coisa morrerá. Se decidimos retirar a vontade do ódio, ressentimento e medo, essas emoções morrerão de morte natural por falta de energia para sustentá-las.

A palavra-chave é escolha!

O dr. Victor E. Frankal, psiquiatra e filosofo judeu, foi preso pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial, observou que até mesmo na mais degradada de todas as condições possíveis, desprovidas até mesmo da dignidade mais simples e incapazes de mudar os acontecimentos, as pessoas continuavam a fazer escolhas. Suportanto o insuportável, algumas pessoas ascenderam à nobreza, compartilhando coisas com as outras e se interessando por elas, descobrindo a paz interior em meio à loucura.

Muitas vezes nos sentimos ansiosos a respeito do que devemos fazer ou escolher.

E a pergunta clássica surge: “O que é que eu deveria estar fazendo?”

 O ocidente está condicionado a dar atenção ao fazer alguma coisa. Fazer, e não Ser!

Ser, quem você é.

O fazer nasce do ser. Isto movimenta o rio de energia e altera as vibrações de tudo ao seu redor.

Todos aspiramos pela verdade, antes de nos tornarmos essa verdade.

Se desejamos paciência, ela não virá em uma linda caixa de presente. Em vez disto nos deparamos com uma situação após outra, que nos permite colocar a em prática a paciência. Se desejamos a paz, todas as nossas guerras internas serão declaradas, de modo que possamos aprender a ser pacíficos.

Então primeiro, escolhemos entrar no caminho do que queremos ser, depois seguimos o caminho e, por fim, nos tornamos o caminho.

É preciso ter coragem, amor e o compromisso para acender as velas e desistir de maldizer a escuridão!!!

Pontos para reflexão:

Toda experiência tem relação com sua essência divina.

Você é participante das mudanças coletivas e não vítima delas.

Qualquer mudança em uma área da sua vida afeta todas as outras.

Aquilo que é mantido na consciência é o imã de tudo o que vai ao seu encontro ou é repelido por você!

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