Todas as culturas respeitam a visionarização e seu poder de dar abertura ao espírito criativo.

Este arquétipo tem a meta de trazer para a Terra o propósito de vida, dando vazão à plenitude de seu ideal e voz ao que vê.

Nos convida a dizermos a verdade sem acusar ou julgar.

“Se não és bom para ti mesmo, como poderás ser bom para os outros?”
Provérbio Espanhol

Expressamos o Visionário quando honramos suas quatro formas de ver:

– Intuição: a “voz” do coração
– Percepção: acontecimentos externos
– Discernimento: consciência do mundo interno
– Visão holística: visão de longo alcance ( como quem vê o vale do alto da planície)

O Visionário age à partir de quatro princípios:

– Objetivos criativos e sonhos de vida: dando plena expressão aos seus dons, talentos e recursos. Enfrentando os testes e desafios.
– Autenticidade: tomando decisões com base no eu autentico, caminhando em direção ao ser original. Dissolvendo os paradoxos que se encontram em padrões de negação (evitar pessoas e problemas) e indulgência (insegurança e raiva).
– Dizer a verdade: falando a língua dos anjos, expressando as coisas como elas são.
– Alinhando: palavras, tom de voz, postura corporal, considerando contexto e conteúdo.

Notamos que os indivíduos criativos, tem o Visionário interno desenvolvido.
São pessoas abertas às múltiplas maneiras de ver, tem facilidade em permitir que as coisas sigam o seu rumo. Vão ao encontro de possibilidades, ainda, não consideradas.

Qual o tempo, diário, que você dedica à prática da quietude? Você ouve sua intuição? Você reconhece sua fonte interna de sabedoria, disponível para ser utilizada?

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