O arquétipo do Curador é um modelo mítico universal, que todos os seres humanos tem dentro de si.

Para os povos da terra, esse símbolo apoia o princípio de prestar atenção ao que tem coração e significado.

” Com um coração intrépido, um rato levanta um elefante”.
Provérbio tibetano

Os Curadores de qualquer tradição são pessoas hábeis em reconhecer: seus talentos, suas qualidades de caráter e o impacto que causam sobre os outros.

Trazem, também, a crença de que o coração é a ponte que liga o Pai Céu à Mãe Terra.

Este coração é identificado com quatro câmaras, fontes que sustentam as saúdes emocional e espiritual.

As quatro câmaras são:

– Coração cheio: fazer algo com convicção, por inteiro.
– Coração aberto: ter fé e auto confiança.
– Coração puro: usar o poder da clareza nas ações.
– Coração forte: usar a coragem e a autenticidade como guias.

Quando este arquétipo está desenvolvido o Curador vive em toda sua plenitude, reconhecendo sua luz e sua sombra, suas energias masculina e feminina, aprende a confiar na vida.

Movimenta os quatro bálsamos de cura universais: contar histórias, cantar, dançar e apreciar o silêncio.

Pratica os princípios universais da cura: dieta balanceada, exercícios regulares, tempo para o lazer, apreciação de músicas e canto, atividades criativas, presença em ambientes saudáveis, contato com a Natureza, fé e crença na espiritualidade.

Qual é a condição do seu coração de quatro câmaras?
Quando ele é mais: Cheio? Aberto? Puro? Forte?

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