Essa etapa diz respeito às crenças que conservamos sobre nós!

Acredite que algo é verdade, e acabará se manifestando. Nada muda até que a forma que possuímos seja desafiada.

Mas como nos tornamos aquilo em que acreditamos?

Quando aceitamos que já estamos vivendo aquilo em que acreditamos!

Alguns exemplos:

  • Posso acreditar no amor, mas isso pede que me liberte do medo de amar e ser amado.
  • Quero acreditar na abundância, mas isso requer que eu amenize a apego ao limitado.

Se você quer saber em que acredita, realmente, o que tem a fazer é olhar para o seu mundo.

Como está a sua agenda de pensamentos, sentimentos, palavras e atitudes?

Qual a qualidade do seu alimento físico, mental, emocional e espiritual?

O que verdadeiramente te motiva e deixa alegre?

Um ideal, mesmo que verdadeiro, não é a nossa crença, até que seja vivido em nível celular. Então, nos tornamos essa crença!

Portanto, não se trata de um ideal vivido “lá fora”, como as roupas usadas no verão ou no inverno.

Aquilo que somos não pode mais estar separado de nós, como a cor dos nossos olhos.

Quando sinto, verdadeiramente, que o universo é maravilhoso, eu me torno amor. Passo a ser a expressão do amor em tudo o que realizo.

O amor permeia e envolve as minhas ações: meditar, caminhar, preparar uma salada, tomar banho. O amor está na minha impressão digital, no ar que respiro!

Uma crença que se torna parte de nosso ser tem o poder de afetar, e até mesmo alterar, tudo aquilo que toca. Sua frequência energética penetra a nossa aura e é lançada no meio ambiente.

 “A floresta vai lhe responder no mesmo tom que você usar para se dirigir a ela”.  Provérbio Finlandês

Todas as frequências tem um som e uma cor. Elas podem ser sentidas nas nossas auras pela maioria das pessoas e vistas por outras. Dizemos que quando alguém está “verde de inveja”, essa cor se reflete, de fato, como um verde bilioso.

Então:

  1. Qual é a crença que te move? É desafiadora ou limitante?
  2. Você acredita em tudo o que afirma acreditar?
  3. Você se move além das formas de pensamentos culturais?
  4. Você acredita que não é bom suficiente e deve fazer um grande esforço para se tornar bom?
  5. Se a sua criança interior, a menina ou o menino que habita em seu coração pudesse lhe dizer algo sobre a sua essência, o que diria?

Como criadores conscientes estamos sempre caminhando sobre uma linha tênue entre a essência e a forma. Quando inspiramos a essência indefinida, expiramos uma criação que é a soma de nossas crenças.

O truque é saber que se trata apenas de uma criação, de uma forma, e não da essência.

Quando deixamos de nos identificar com o que criamos, quando podemos reconhecer que somos os criadores, estamos livres para explorar mais a essência de quem somos e viver a crença de quem somos!!!

Assim, a obra é a criação e o artista o criador, não o contrário.

Aguarde a próxima etapa da transformação consciente!

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