O processo de mudança consciente começa quando o status quo e um desafio entram em conflito.

Hábitos, valores, atitudes, sentimentos e crenças, sobre nós, são confrontados.

Então, a Jornada tem ou não início com o primeiro passo: resistir ou participar do movimento de mudança?

Caso a escolha seja afirmativa, entramos em um novo caminho da existência humana, eliminando tudo o que não nos serve mais, não nos cabe mais.

As etapas são:

Forma: a crença essencial que alimentamos a nosso respeito, limita nossa percepção, nos diz o que é mais importante, cria a nossa realidade pessoal.

Desafio: algo ou alguém altera o nosso status quo, a forma anterior já não nos serve mais.

Resistência: a antiga forma de ser e a nova percepção se confrontam, numa batalha de ambivalência. A lógica está a favor do passado e um empurrão nos chama em direção ao novo.

Despertar: parte mais alegre do ciclo de mudança. Uma guinada que nos leva da indecisão para um novo ponto vista.

Compromisso: neste ponto, do ciclo, investimos todos os recursos, tempo, dinheiro e energia numa nova direção. Aqui escolhas deixam claro o nosso objetivo. Determinação e foco nos guiam.

Purificação: etapa em que ocorre a verdadeira transformação. Esta etapa é dolorosa, mágoas e medos surgem. É momento de morrer para o velho. É tempo de colocar a prova a nossa fé no novo.

Entrega: essa etapa é a da síntese e integração. O novo se funde ao ser integral, a antiga forma passa a ser somente uma lembrança.

Frente aos desafios pessoais podemos nos perguntar:

O que posso aprender com este desafio?

Como posso me tornar, verdadeiramente, consciente com isto?

O que eu ganho nesta Jornada Interior?

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